Artigos com o marcador caveira
Caveira é o novo preto
27/07/10
Não só de undergroundismo (neologismos à parte) vive o mundo das caveiras. A carcaça mais fundamental do mundo, que sempre foi ícone dos transgressores – experimenta aparecer com uma camiseta da Crânio num encontro de família com três gerações para trás da sua –, agora é um item must-have para muita gente antenada em moda.
Caveira é, algo assim, o novo preto.
Alexander McQueen que o diga. Ele, aliás, não diz mais nada, que já virou colega das caveiras que tanto adornaram suas criações, mas isso é irrelevante. O melhor mesmo é só olhar as peças – até porque comprar vai ser um pouco difícil -. Uma carteira McQueen, por exemplo, pode chegar a US$ 2.215, tá? Se mesmo assim você quiser/puder comprar as peças, fique à vontade.




A variedade de peças de McQueen: caveiras cheias de requinte
Evil Twin é uma grife australiana que tem na caveira o elemento-chave das peças de ar grunge e pop.


Para comprar: Asos – The online fashion store ou na General Pants, revendedora oficial. Os preços são justos para peças de qualidade – e não abusados como os de marca -.
Como o pingente da Evil Twin, o ramo joalheiro se farta nas possibilidades dos elementos trash – que, novamente, se tornaram cool -. A Bits to Atoms é um exemplo. Mas ela é mais específica: é uma linha de joias personalizadas impressas em 3D. A marca fabrica anéis, pingentes, broches e brincos e possui vários temas: a linha de caveiras, a geométrica, a animal e a estrutural. A que nos interessa, claro, é uma só. Para saber como pedir e comprar, vá ao site oficial da Bits of Atoms.


Os desenhos são projetados pelo designer industrial astraliano Duann Scott.
E este anel USB de caveira? Superprático para o dia a dia. Custa US$ 145, mas só tem num site japonês muito confuso.

Caveiras tecnológicas.
Não contente com joias? Temos em saltos, serve? Quem ditou a pedida foi o designer Kermit Tesoro.
Pisando em ossos.
P.S.: As peças deste post foram conseguidas aqui e aqui.
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Uma laranja mecânica e ácida
24/06/10
A caveira de um dos mais famosos desajustados do cinema: Alex Delarge, a laranja mecânica de Kubrick
O mal já existia, supomos, muito antes de que fosse possível documentá-lo. Mas não é de se negar que ele ficou muito mais interessante e insólito quando a arte foi capaz de mostrá-lo. Muitos exemplos por aqui seriam besteira, até porque o argumento foi exclusivamente para falar de um filme que, vejamos, o foco não é a violência, mas ela está ali em boas doses nada homeopáticas: Laranja Mecânica (A Clockwork Orange).
O filme brutal e regado à mais clássica putaria é do nada convencional Stanley Kubrick e foi feito com base no livro homônimo de Anthony Burgess. Num ambiente futurista da Grã-Bretanha, uma gangue de jovens desprovidos de pudor na hora de expressar os instintos que os movem – expressão chatinha e politicamente correta equivalente a “porras-loucas filhos da mãe” – quebra tudo na cidade. Consomem drogas (ou bebem o moloko, um leite muito esperto que faz coisas que o leite aí da sua casa não faz), batem em velhinhos inocentes, estupram mulheres mais jovens de escritores de esquerda (específicos, não?), inventam dores inexistentes para faltar à escola (ok, essa não é tão horrível).
Ultraviolento, ninfomaníaco, despudorado, amoral e apaixonado por Ludwig Van Beethoven, Alex Delarge é o líder da gangue. Ele tem uma linguagem própria, criada por Burgess no livro, e se acha o dono da razão; é também quem fica com o melhor da noite e quem cria os planos de violência. É um quase adulto com aquele quê de criança que não sabe o que é certo ou errado e mente descaradamente para conseguir o que quer.
Os pais de Alex: alienados como os pais de muitos delinquentes que vagam por aí
Mas ele cai quando os comparsas, ou gruges droogies (thanx, Hector), como ele os chama, se rebelam e ele “acidentalmente” assassina uma das vítimas dos truques noturnos com umas marteladas simpáticas de um pênis de cerâmica. É preso e o Estado passa a tomar conta do filho espevitado. O toque de gênio do filme é o tratamento a que Alex será submetido depois de um tempo na prisão: o Método Ludovico, uma técnica de condicionamento psicológico que associa violência e sexo a um mal-estar horrível. Tudo mais conhecido como lavagem cerebral.
Ele é curado, mas de uma forma bizarra. Ele tem vontade de fazer tudo o que fazia antes, mas sente uma ânsia insuportável. Como um robô que aceita o pacto social, ele é devolvido à liberdade – mas não a liberdade a ele, já que ele não pode escolher o que fazer –. Quem o recebe, entretanto, não está na mesma nova vibe. A sociedade quer vingança e não perdoa.
A grande questão é esta:
Não vou contar o fim do filme, mas vou dizer que é por isso que ele virou uma laranja mecânica.
De um trecho do livro de Burgess: “O ser humano é dotado de vontade. E pode usá-la para escolher entre o bem e o mal. Se só pode fazer o bem, ou só pode fazer o mal, é uma laranja mecânica – significa que tem aparência de um organismo adorável, com cor e suco, mas que na realidade é um brinquedo mecânico para ser manipulado por Deus ou pelo Diabo ou (que o está substituindo cada vez mais) o todo-poderoso Estado –. É tão inumano ser totalmente bom quanto totalmente mau. O importante é a escolha moral. O mal tem que existir junto com o bem, de modo que a escolha moral possa existir”.
Um filme recomendado para quem quer ver boas doses de sangue, matança e crítica social ao som da bela nona sinfonia de Beethoven.
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Brasil nervoso nessa Copa!
14/06/10
Você tem mais um motivo para torcer pela vitória da Seleção Brasileira no jogo de estreia contra a Coreia do Norte.
Quero ver a caveira da Coreia! Siga a @cranio, RT essa msg para participar do sorteio http://migre.me/OOuc
Skullball e Dunga & os Sete Caveirinhas
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Caveiras na moda!
13/06/10
Deu no suplemento feminino do Estadão em 20/02/2010. Caveiras estão na moda!
Caveira fashion
O símbolo que atrai artistas e rebeldes volta com força à moda dando charme a vários tipos de roupas e acessórios femininos
Virna Wulkan – ESPECIAL PARA O SF
Não se sabe quando a caveira tornou-se um ícone. Mas que ela já influenciou fortemente a literatura, as artes e a moda, isto é um fato. Quem não se lembra da cena em que Shakespeare segura uma caveira entre as mãos e solta a sua mais célebre frase: “Ser ou não ser, eis a questão”? E do momento em que o mundo das artes foi abalado, quando uma caveira toda cravejada de diamantes do insólito artista Damien Hirst foi vendida pela espantosa quantia de R$ 100 milhões de dólares?
Os que apreciam o símbolo com veemência sabem que ele tem um significado especial no México, e que foi o protagonista de toda a obra do cartunista e gravurista José Guadalupe Posadas.
Já os mais rebeldes costumam associá-la ao grupo Hell’s Angels. E, obviamente, os aficionados pelo universo fashion sabem que esse é o RG do estilista Alexandre Herchcovitch. O fato é que as caveiras vêm ganhando fãs e história ao longo do tempo. E, neste momento, com o revival do estilo rocker-dark-punk, ela está mais na moda do que nunca.
Leia na íntegra
Nós queremos destacar aqui algumas obras do cartunista citado, José Guadalupe Posadas, artista plástico mexicano que teve a morte como tema recorrente. Suas caveiras invadiram o cotidiano no começo do século passado, e seu trabalho instituiu o Dia de los Muertos no México.
Abaixo, o Don Quixote caveira desenhado pelo artista:
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Let’s Rock
17/03/10
Let’s rock, Everybody, let’s rock
Everybody in the whole cell block…
Essa semana tem só reprint de CLASSE na Crânio. O Rei do Rock, Elvis the Pelvis, é a caveira da vez. Ele é o inventor original do “rebolation”, o que lhe rendeu o apelido acima. Só que no meio do século passado The Pelvis rebolava com propriedade, e ao som do bom e então recém-nascido Rockn’ Roll levava as mocinhas de família ao êxtase e a antiga velha guarda ao desespero. Pra nós, ele morreu sim, mas voltou de lá pra aparecer na camiseta de maior sucesso da Crânio!
...Was dancin’ to the Skullhouse Rock!
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Paint it Black – A Darth Skull no tecido preto
15/03/10
Atendendo a pedidos, a Crânio resolveu imprimir uma edição limitada da Darth Skull no tecido preto. O desenho original foi feito pelo Sassá para ser impresso no tecido cinza, mas é o Darth Vader, o Senhor do lado negro da força, nada mais justo que tenha sua estampa no tecido preto.
Que a Força esteja com vocês!
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Coffin Joe
22/02/10
Essa é a homenagem da Crânio para o nobre José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Aguarde, até o fim do mês vai ter camiseta do Coffin Joe caveira pra vocês! Segue abaixo uma prévia para degustar… e o sabor é de sangue!

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Crânios e Moda: seleção de produções impressionantes
06/11/09
Nas constantes sondagens que a Crânio faz sobre moda, camisetas e caveiras, nos deparamos com produções tão originais que não podemos deixar de compartilhar. Quem tiver outras boas referências, é só postar nos comentários!
Caveiras brotando da Roupa
Por Aitor Throup. Dica do Bernardo (BRTipo), mais no The Lemonspank.
Astronauta na Lua?

Por Public Domain. Encontrado em T-Shirts Around the Internet.
Skulledelic Knitwear

Por Skulledelic Knitwear / Sibling & Noah Scalin
Encontrado em I Love Bad Things.
Anéis de Crânios da coleção Is/Kull

Por Silvia Furmanovich. Encontrado em Glamurama.





















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