Se você faz um avião de papel que consegue manter um voo sem te fazer passar vergonha, prepare-se para a humilhação. Joel Cooper é que manja mesmo de origami.
Ali do outro lado da América Latina, vem um maldito vomitando referências pop e tendências pós-modernas em ilustrações que eu quero colocar na parede do quarto.
Brian Dettmer virou maldito porque transformou livros antigos e desatualizados e fitas cassetes em esculturas minuciosas e sensacionais. Tem até caveira.
Corinne Reid ainda é nova, mas nós já enxergamos nela o gosto pelo maldito. Escondidos em traços doces está a fantasia e o mistério que muito nos agradam.
William Burroughs é, em si, um motivo para ser maldito: experimental em prosa e vida. Mas escolhemos uma graphic novel esquecida para que ele chegasse aqui.
A galeria dos Malditos de 2012 começa a requisitar inscrições. Para começar, uma dupla de ilustradores e modelistas que deixam monstrengos ainda mais vivos.
A designer Fiona Krüeger fez um relógio muito propício para marcar os segundos que faltam para 2012 ou, simplesmente, para lembrar que você vai, um dia, morrer.
Quando um artista como Salvador Dalí ilustra a obra de um escritor como Lewis Carroll, o resultado só pode ser pura arte. Delicie-se com a Alice de Dalí.
Quando você vir os ossos e caveiras que o australiano Ben Brown coloca no papel, você vai entender logo de cara porque ele se encaixa do perfil dos Malditos.
A maldição dos 27 deu o que falar. Vamos dar boas-vindas ao responsável por descarnar nossa querida Janis: Jeremy Packer, o mais novo maldito da Crânio.