Making of
O desenvolvimento do Gorila, da idéia à camiseta
01/12/09

O parente mais próximo do ser humano foi a inspiração de Bernardo Faria para esta camiseta. A agressividade inerente à estes grandes primatas, um dos elos que os unem à nós, foi o estopim para o trabalho do artista.
Abaixo, o detalhamento do processo de composição da ilustração ainda no papel. Primeiro, a construção do desenho, da ossada, olhos e mandíbula para, depois, a unificação com a carne do crânio do gorila.


Em seguida, com a digitalização, o refinamento do traço e a colorização final da estampa para seu amalgama definitivo com o tecido da camiseta. Veja a evolução do desenho:

AA UU! Eis que temos o resultado final, com mais uma produção de peso. Esta camiseta do Bernardo para a Crânio já está disponível na Crânio Store. Veja abaixo o resultado final:
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Nos bastidores da Woodcore, da idéia à camiseta
16/10/09
A idéia de fazer um coração pegando fogo tava sempre por alí, talvez desde quando colecionava figurinhas do álbum Stamp Color. Comprei um frasco de nankim chinês pelo preço, e uma caneta Tombo Dual Brush de curioso. Num papel canson A3, rabisquei com lápis 6B. e a primeira coisa que fiz depois de terminar o rascunho foi esquecer de tirar uma foto.
Na foto abaixo já tinha passado a caneta Tombo por cima do lápis, e o fundo preto já estava fechado – foi usado um pincel 14 e o nankim chinês, que se revelou fedido como a peste, pura carniça de polvo. No primeiro dia ninguém aguentava ficar no mesmo recinto que o desenho e levou um tempo para o mal cheiro diminuir no estúdio, e até hoje ao encostar o nariz no papel ainda consegue-se sorver o chorume.
Depois de seco e desinfetado já dava pra gravar o digital do desenho, mas só tinhamos um scanner A4 duma multi-funcional. Como o desenho não cabia no scanner, foi colado na parede e fotografado com um celular de 2.0 mpixel, enquanto na outra mão uma folha branca de Canson servia de refletor. Antes de virar vetor o desenho passou por ajustes no Photoshop, com Levels, Brightness/Contrast e Threshold nessa ordem. Sobra pouco trabalho pro Illustrator.
Já vetor, precisava agora separar as duas cores. Foi usada uma ferramentinha porreta do Illustrator CS3 chamada borracha. Duplicado o desenho, de um apagou-se o miolo e do outro o entorno, e depois foram inseridos os registros . Abaixo os filmes em poliester (os leizerfilme!) já prontos para queimar as telas.
Então, das telas para o tecido.
Se você tiver alguma dúvida, curiosidade ou contribuição com o processo de concepção dessa camiseta, pode mandar nos comentários aí embaixo que teremos prazer em responder.









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