Cinema
Caveiras famosas
15/08/10
As caveiras não estão somente debaixo da terra ou nas camisetas da Crânio. Muitas delas são personagens para os mais variados meios: das histórias em quadrinho ao cinema. Geralmente não representam os mais puros sentimentos, como é de se esperar, mas na maioria das vezes são os personagens mais legais – e os mais nervosos, é claro –.
O objetivo do post de hoje é relembrar algumas dessas caveiras. A seleção certamente não contempla todas as que existem, mas essa é uma boa oportunidade para você colaborar conosco. Que outra caveira você conhece?
Esqueleto

Se a sua infância ou adolescência passou por aquele momento memorável que foi a década de noventa, Esqueleto foi um dos seus vilões favoritos – ou heróis, se você já era esperto o suficiente para vidrar numa caveira –. Corpo de gente, cabeça de caveira, Esqueleto queria conquistar o castelo de Grayskull, protegido por He-man. Incompreensível, já que ele morava num lugar muito mais legal, a Montanha da Serpente.
Caveira Vermelha

Esse é bem mais nervoso e antigo. Supervilão do Capitão America desde 1940, ele passava longe do politicamente correto. Filho de um camponês analfabeto, perdeu a mãe na hora do nascimento. Por conta disso, o pai tentou afogá-lo, não conseguiu e se suicidou. Sete anos no orfanato foram suficientes para que fugisse, ganhasse as ruas da Alemanha e caísse no crime. Foi Hitler – o do bigode mesmo – quem o encontrou e o treinou pessoalmente. No fim, foi fruto de uma experiência do Terceiro Reich para criar supersoldados, ficou deformado e passou a usar a máscara vermelha em formato de crânio que lhe daria o apelido. O personagem da Marvel, criado por Stan Lee e Jack Kirby, vai aparecer em breve nos cinemas no filme “Captain America: the first avenger” e será interpretado por Hugo Weaving (o agente Smith de “Matrix”).
Motoqueiro Fantasma

Este também veio dos quadrinhos – e da Marvel – e encheu a telona de decepção na pele de Nicolas Cage. Criado por Mike Ploog e pelos escritores Roy Thomas e Gary Friedrich, o Motoqueiro Fantasma é um clássico anti-herói. Para salvar seu mentor e pai adotivo, faz um acordo com o demônio Mefistofelis e transforma-se numa mistura entre sua profissão verdadeira – motociclista de circo – e uma caveira flamejante que derrete a carne dele após o pôr do sol. Chamas, caveiras, demônios. Melhor impossível.
Scorpion

Ainda desenterrando vícios da década de 90, está o Scorpion, do Mortal Kombat. E aí você diz: mas ele não é uma caveira, é um escorpião ou algo do gênero! Bem, é mais ou menos por aí só se você nunca viu um Fatality dele ou um poder chamado Fire Breath. Neste, Scorpion tira a máscara, deixando uma caveira em chamas à mostra, e manda uma labareda para o inimigo. No fatality, é mais ou menos a mesma coisa, mas o fogo faz com que o adversário queime até os ossos.
Dormammu

Essa coisa de carcaça flamejante parece fazer sucesso no submundo dos personagens de caveira. Outro exemplo é Dormammu, também da Marvel, vilão do Doutor Estranho. Um ser místico mais poderoso que demônios variados com poderes que rivalizam a Eternidade. Toda uma onda de que ele é um dos mais poderosos seres do universo Marvel, e que a imortalidade transformou o corpo dele numa energia mística. Veja bem, não fosse o fato da extrema violência e da vibe demoníaca, esse lance todo de energia não cairia bem numa caveira.
Mephisto

Tão demoníaco quanto o anterior é Mephisto, do Diablo II, jogo de RPG para computador. Conhecido como o Senhor do Ódio, é irmão de Diablo e chefão do segundo jogo. Com potentes ataques elétricos e outras delícias que só jogadores adoram, como serem perseguidos de 415 formas diferentes, uma mais violenta que a outra, só para ter o gostinho de, depois de perder 15 vidas, derrotar o chefe para ir ao próximo, o demônio é uma sensação em osso e chifres.
Brooke

Um músico que comeu uma fruta do Diabo, cujo poder seria poder voltar para o corpo depois da morte. Por contratempos da morte, Brooke encontrou o cadáver tarde demais e teve que se contentar com uma caveira cabeluda. Um esqueleto de terno com black power. Brooke é um pirata da série de anime “One piece”, responsável por levar vários geeks e nerds a gostarem de uma caveira. Tem lá seus méritos.
Jack Skellington

A caveira de Tim Burton não poderia ficar de fora. Jack Skellington é o personagem principal de “O estranho mundo de Jack”, um musical que conta a história de uma cidade cujos moradores são responsáveis por aterrorizar as pessoas na noite de Halloween. Cansado da monotonia dessa vida, Jack descobre o Natal e faz o impensável: rouba o Papai Noel e passa a distribuir presentes a seu modo; um mundo todo de lembrancinhas assustadoras. Mais fofo do que assustador, mas ainda uma caveira.
Puro Osso

Este, o mais recente dos citados, entra para a turma dos dois anteriores: caveirinhas fofas que ajudam a popularizar a admiração por vezes malvista que temos por caveiras e afins. Puro Osso é o apelido do Ceifador Sinistro ou simplesmente a Morte; o desenho, “As terríveis aventuras de Billy e Mandy”. Puro Osso é vítima de uma profecia: quando criança, soube que um dia seria escravo de duas crianças humanas. Assim sendo, encontrou Billy e Mandy, para quem perdeu uma aposta cujo castigo era ser o melhor amigo da dupla para sempre. Cercado por um sarcasmo inconfundível e um humor negro invejável, o desenho do Cartoon Network é indicado muito mais para marmanjos do que para criancinhas.
Cranicola
A mais brasileira das caveiras é Cranicola, personagem de Mauricio de Sousa que faz parte da Turma do Penadinho. Um crânio mal-humorado e sem corpo que vive numa pedra deve ter sido o primeiro contato de muitos com esse mundo feito de ossos. Apesar de ser triste pela falta de um corpo – que perdeu numa decapitação –, pode saltar usando a mandíbula. Útil, não?
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“Cada puta unha desse tamanho”
10/07/10
Você sabe quem é Josefel Zanatas? Aposto que o nome não é familiar, mas a figura está bem presente no seu imaginário – da mesma forma que no imaginário de todo brasileiro médio (seja lá o que isso quer dizer) –.
Ele surgiu no cinema e povoou muitos pesadelos por aí (não, não é o Freddy Krueger). Mesmo que você não tenha assistido a nenhum dos filmes dele, você deve ter visto o Cine Trash ou o Cine Sinistro, ambos programas de nome autoexplicativo que passaram na Bandeirantes durante a década de 1990.
Se isso não refrescou a memória, tente esta descrição:
Frame do filme “Encarnação do Demônio”, sobre o qual falaremos mais tarde
Chame-o Zé do Caixão, mas o nome verdadeiro – do personagem – é Josefel Janatas, escolhido e explicado pelo próprio criador José Mojica Marins: “fel” por ser amargo e Zanatas “porque de trás para frente dava Satanás”. Um personagem mítico do cinema brasileiro que praticamente teve a identidade assumida por Mojica diante do sucesso que alcançou desde a criação, no dia 11 de setembro de 1963.
A primeira aparição – termo que não poderia ser mais propício para a figura – foi no filme “À Meia-Noite Levarei Sua Alma” (1963), primeiro da trilogia que comentaremos num próximo post. Depois disso, fez outros tantos filmes e foi descoberto pela televisão, fez vários programas e foi engolido pela deterioração do gosto popular:
“(…) a televisão é um veiculo dinâmico, diria até que autofágico, a sede de preciosos pontos nos níveis de audiência obriga as emissoras a sempre estarem lutando contra um vórtice que a tudo carrega. A escravidão imposta pela audiência atordoa e desnorteia, e muitos são aqueles que sofrem os rigores desta esfinge (decifra-me ou te devoro). O meu personagem está ciente disto, e sabe que nada pode fazer contra este ciclope, mas ele também sabe que o fim do mundo está próximo e, mais do que nunca, espera que contatos imediatos sejam estabelecidos, para poder viajar para outro planeta, pois com certeza o lugar dele não é aqui neste ‘mundo’”.
Se ele é ou não deste mundo, não se sabe, mas certamente ele não atende a requisitos normais. Um agente funerário que assumiu a figura do mistério e do mau agouro, com jeito de quem não tem medo daquilo com que lida. Mas não pense você que ele é demoníaco ou algo que o valha; “Zé do Caixão é um homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo, só acredita nele mesmo, acha que é o único que pode fazer justiça”.
Na verdade, é possível até sentir pena de Zé do Caixão. Apesar de ter nascido em berço de ouro – conta Mojica –, era uma criança muito sozinha; os colegas o discriminavam pela profissão dos pais, donos de uma rede de agências funerárias. Na escola, só fez uma amizade; Sara, menina pela qual se apaixonou e com a qual, mais tarde, decidiu se casar. Uma tragédia, entretanto, impediu o casamento. Os pais de Sara morreram e, em seguida, Josefel é mandado para a guerra. Eles decidem casar quando ele voltasse.
Sara continuou cuidando da funerária e mandava cartas para o amado. Um desencontro, porém, fez com que as cartas parassem de ser recebidas por ele. Sem respostas, Sara pensou que Josefel havia morrido e, como a vida estava difícil, casou-se com o prefeito. Em 18 de julho de 1945 (a história toda criada por Mojica é rica em detalhes), Josefel volta e encontra Sara e o prefeito juntos. Antes de qualquer explicação, ele saca o revólver e mata os dois.
Ele não é condenado pelo crime, que foi justificado como “trauma de guerra”, mas algo muda. “Josefel, que até então era um homem doce e bondoso, se torna uma pessoa amarga e sem sentimentos. Passa então a aterrorizar os moradores da cidade e logo recebe o apelido de Zé do Caixão”.
O objetivo dele agora é encontrar uma mulher que compartilhe seus pensamentos e com a qual possa ter um filho perfeito, única maneira de ser imortal e perpetuar o ser superior que ele acredita ser. Para encontrar a mulher superior, “ele passa por cima de todos aqueles que atrapalharem seus planos, não tem dó nem piedade e mata se for preciso”.
Veja bem, Zé do Caixão, na verdade, só tem um coração desiludido e quer ser papai!
Se a coisa ficou muito mais bonita vendo dessa forma, é porque você não assistiu aos filmes nos quais ele procura a mulher superior, aquela que lhe dará o filho perfeito. A saga é composta por uma trilogia: “À meia-noite levarei sua alma” (1964), “Esta noite encarnarei no teu cadáver” (1967) e “Encarnação do Demônio” (2008). Mas isso é assunto para um próximo post, muito mais macabro, tenha certeza.
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Uma laranja mecânica e ácida
24/06/10
A caveira de um dos mais famosos desajustados do cinema: Alex Delarge, a laranja mecânica de Kubrick
O mal já existia, supomos, muito antes de que fosse possível documentá-lo. Mas não é de se negar que ele ficou muito mais interessante e insólito quando a arte foi capaz de mostrá-lo. Muitos exemplos por aqui seriam besteira, até porque o argumento foi exclusivamente para falar de um filme que, vejamos, o foco não é a violência, mas ela está ali em boas doses nada homeopáticas: Laranja Mecânica (A Clockwork Orange).
O filme brutal e regado à mais clássica putaria é do nada convencional Stanley Kubrick e foi feito com base no livro homônimo de Anthony Burgess. Num ambiente futurista da Grã-Bretanha, uma gangue de jovens desprovidos de pudor na hora de expressar os instintos que os movem – expressão chatinha e politicamente correta equivalente a “porras-loucas filhos da mãe” – quebra tudo na cidade. Consomem drogas (ou bebem o moloko, um leite muito esperto que faz coisas que o leite aí da sua casa não faz), batem em velhinhos inocentes, estupram mulheres mais jovens de escritores de esquerda (específicos, não?), inventam dores inexistentes para faltar à escola (ok, essa não é tão horrível).
Ultraviolento, ninfomaníaco, despudorado, amoral e apaixonado por Ludwig Van Beethoven, Alex Delarge é o líder da gangue. Ele tem uma linguagem própria, criada por Burgess no livro, e se acha o dono da razão; é também quem fica com o melhor da noite e quem cria os planos de violência. É um quase adulto com aquele quê de criança que não sabe o que é certo ou errado e mente descaradamente para conseguir o que quer.
Os pais de Alex: alienados como os pais de muitos delinquentes que vagam por aí
Mas ele cai quando os comparsas, ou gruges droogies (thanx, Hector), como ele os chama, se rebelam e ele “acidentalmente” assassina uma das vítimas dos truques noturnos com umas marteladas simpáticas de um pênis de cerâmica. É preso e o Estado passa a tomar conta do filho espevitado. O toque de gênio do filme é o tratamento a que Alex será submetido depois de um tempo na prisão: o Método Ludovico, uma técnica de condicionamento psicológico que associa violência e sexo a um mal-estar horrível. Tudo mais conhecido como lavagem cerebral.
Ele é curado, mas de uma forma bizarra. Ele tem vontade de fazer tudo o que fazia antes, mas sente uma ânsia insuportável. Como um robô que aceita o pacto social, ele é devolvido à liberdade – mas não a liberdade a ele, já que ele não pode escolher o que fazer –. Quem o recebe, entretanto, não está na mesma nova vibe. A sociedade quer vingança e não perdoa.
A grande questão é esta:
Não vou contar o fim do filme, mas vou dizer que é por isso que ele virou uma laranja mecânica.
De um trecho do livro de Burgess: “O ser humano é dotado de vontade. E pode usá-la para escolher entre o bem e o mal. Se só pode fazer o bem, ou só pode fazer o mal, é uma laranja mecânica – significa que tem aparência de um organismo adorável, com cor e suco, mas que na realidade é um brinquedo mecânico para ser manipulado por Deus ou pelo Diabo ou (que o está substituindo cada vez mais) o todo-poderoso Estado –. É tão inumano ser totalmente bom quanto totalmente mau. O importante é a escolha moral. O mal tem que existir junto com o bem, de modo que a escolha moral possa existir”.
Um filme recomendado para quem quer ver boas doses de sangue, matança e crítica social ao som da bela nona sinfonia de Beethoven.
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Paint it Black – A Darth Skull no tecido preto
15/03/10
Atendendo a pedidos, a Crânio resolveu imprimir uma edição limitada da Darth Skull no tecido preto. O desenho original foi feito pelo Sassá para ser impresso no tecido cinza, mas é o Darth Vader, o Senhor do lado negro da força, nada mais justo que tenha sua estampa no tecido preto.
Que a Força esteja com vocês!
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Coffin Joe
22/02/10
Essa é a homenagem da Crânio para o nobre José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Aguarde, até o fim do mês vai ter camiseta do Coffin Joe caveira pra vocês! Segue abaixo uma prévia para degustar… e o sabor é de sangue!

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Xplastic e Crânio no Fiz MTV
08/12/09
Programa Pornolândia
Desta vez Mari encontra sua amiga “Geek” que mostra sua coleção inusitada de “action figures” e revela segredos íntimos de alguns super heróis. Tem também a Mônica Santhiago indicada para ganhar o Oscar da pornografia, e a dupla Fetishdolls. ASSISTA!
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Videoclipe alucinante de Willy Sweeney
12/11/09
Birdy Nam Nam, The Parachute Ending
Video Clip by Willy Sweeney, que foi pro espaço e não voltou.
Dica do Sassá

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Lepidóptero nervoso
04/11/09
Essa é para os fãs da saga de Hannibal Lecter. A mariposa no pôster do filme “O Silêncio dos Inocentes” guarda uma referência de peso.
Esse bicho peculiar chama-se “Deaths Head Moth”, ou Acherontia lachesis e tem um desenho duma caveira em seu dorso. A Crânio conversou com o biólogo, professor e criador de plantas carnívoras Dennis Panayotis Saridakis, que nos esclareceu alguns pontos, como por exemplo Qual a diferença entre borboleta e mariposa?
“A borboleta tem hábitos diurnos, ou seja, se alimenta, se reproduz, vôa (pratica suas atividades corriqueiras) de dia; quando pousa, mantêm suas asas na posição vertical; suas antenas exibem “bolinhas” (oficialmente “bastões”) na extremidade; podem voar até a velocidade de 20 Km/h. As mariposas tem hábitos noturnos; pousam com suas asas na posição triangular (horizontal); suas antenas não possuem bolinhas na extremidade e geralmente possuem cerdas sensoriais para a captação do odor de feromônios (oficialmente “penas”); podem voar até a velocidade de 40 Km/h”.
Dá pra dizer que a mariposa é a prima nervosa da borboleta.

Mariposa Deaths Head Moth
Repare que que pode ser visto um crânio na parte dorsal do tórax da mariposa. O professor Dennis explica: “Isso não tem nenhuma função relacionada à imagem da caveira. É apenas uma imagem surgida ao acaso pela seleção natural ao longo dos milhares de anos de evolução desta e de outras espécies de mariposas. Entretanto, seu epíteto genérico, ou seja, o nome de seu gênero, tem uma origem interessante: “Acherontia átropos” é a nomenclatura técnica dada por Lineu em 1758 para designar uma borboleta grande com cabeça negra, de asas amarelas e negras, símbolizando a morte. Lineu parece ter-se inspirado nos nomes de Acheronte, que era o rio que os condenados deviam atravessar para chegar ao Hades ou Inferno. E Caronte, a figura mitológica que acompanhava as almas condenadas nessa travessia. A expressão encontrada por Lineu, em si, é grega, sendo latinizada depois para fins técnicos.”.
Agora perceba na imagem abaixo, retirada do cartaz do filme, que além da caveira subliminar, existe uma mensagem oculta (os chamados Easter Eggs) no dorso do inseto – que a cada parágrafo parece mais um polinizador dos jardins do capeta. A mensagem oculta está no desenho do crânio, pois a caveira é formada por nada menos que seis sete mulheres nuas dispostas. O retrato é obra do maluco Salvador Dali, e é entitulado “Dali Skull”.


Curioso, né? Um Crânio sorridente feito de mulher pelada.























Loja Crânio