Caveira
Este usuário ainda não compartilhou nenhuma informação biográfica
Artigos por Caveira
"Um beijo na sua alma"
27/10/09
Warning: array_slice() expects parameter 1 to be array, string given in /home/spoladore/public_html/craniocamisetas/wp-content/plugins/manual-related-links/manual-related-posts.php on line 196
Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/spoladore/public_html/craniocamisetas/wp-content/plugins/manual-related-links/manual-related-posts.php on line 197
“Cabeça não pensa, o corpo padece”
À primeira vista Luiz Carlos Alborghetti parece ser apenas mais um personagem curioso do jornalismo policial e do rádio, mas sob um olhar mais atento é possível encontrar neste cidadão paranaense, além da postura e atitude, uma representação simbólica dos justos. A Crânio traçou o perfil do mestre “Dalborga” e o de Themis, a deusa da Justiça – O resultado é revelador:
A caneta na mão direita de Alborghetti, tal como a balança da deusa, é a representação da escrita e do domínio da lei, mostra o equilíbrio no julgamento das partes envolvidas.
Utilizado com frequência, o porrete representa a espada, signo da força e da ação que assinala o cumprimento da lei, o peso da justiça e da devida punição dos culpados.

Há ainda a venda nos olhos, representação da imparcialidade de Themis (que não vê diferenças entre as partes em litígio, sejam ricos ou pobres, poderosos ou humildes), mas esta Dalborga já tirou e pendurou no ombro, pois enxerga além da neblina turva da hipocrisia, e se enfurece com o que vê por cima de seus óculos de leitura. Nada escapa de seu diligente olhar: Chuck Norris que se mantenha na lei!
Luiz Carlos Alborghetti, nascido em Andradina em 12 de Fevereiro de 1945, é um sujeito que, segundo ele mesmo “… de cem pessoas, oitenta me amam e vinte querem me matar”. Iniciou sua carreira no rádio em 1976, com o programa policial “Cadeia”, de Londrina (PR). Mas foi na televisão, pelo “Cadeia Nacional”, que sua fama espalhou-se por todo o país. Entre um programa e outro, Alborghetti teve uma vida política movimentada: já foi o deputado mais votado do Paraná, mas em seus últimos dias manteve-se afastado: “… não quero saber mais desta merda de política. Está tudo podre!”.
Seu sucesso se apoia nas suas fortes opiniões, que já lhe renderam cerca de vinte processos. Dentre várias polêmicas, destaca-se sua visão sobre os Direitos humanos, reiterada no programa da Luciana Gimenez.
“No colo do capeta”
Esta e outras frases marcam Alborghetti, transpondo sua personalidade em frases de impacto:
- “Bandido bom é bandido morto!”
- “Tá no colo do capeta… tá no bico do urubu!”
- “Sua Vagaranha”
- “Eu já estou com o saco na garganta!”
- “No Brasil tudo o que pinta de novo, pinta no rabo do povo. E rabo é ingrediente de feijoada!”
- “Não tem que construir mais cadeias! Tem que construir mais cemitérios!”
- “Cadeia nele já!”
- “Tá com pena dele? Leva pra tua casa! Põe pra dormir na tua cama!” (para os defensores de direitos para bandidos)
- “Um beijo na sua alma!”
Fatos marcantes
A mitologia que envolve o apresentador não é pequena:
- Ao denunciar o tráfico no Rio de Janeiro, chamou a facção criminosa Comando Vermelho de “bando de bichas”.
- Chamou Marcola (Marcos Camacho), líder do PCC, de “bundeiro, dador de bunda”.
- Impediu aque a banda Planet Hemp fizesse um show no Paraná devido a apologia à maconha: “Só se for por cima do meu cadáver, esses vagabundos, canalhas e idiotas que fazem apologia ao uso de drogas, vão tocar no Paraná! (….) aqui eles não pisam, se vierem eu meto eles numa penitenciária!”
Homenagem da banda Trilobit ao nosso ídolo Alborga, com a música Bad News:
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
E, lógico, também temos a homenagem da Crânio ao grande mestre: a camiseta do Alborguetti, “Mestre Dalborga“.
Links relacionados:
O autor e sua obra
27/08/09
Foto do Sassá, estupefato ao ver que a capa do caderno Alt ficou completamente tomada com seu desenho da Amy Winehouse caveira.

Seguem as imagens das camisetas prontas, masculina e feminina:
Links relacionados:
Esqueleto de Pano
27/08/09
Agradecemos à galera do Alt pelo belo texto que tornou nossas idéias mais claras, até para nós mesmos.
Publicado originalmente no Caderno Alt da Gazeta do Paraná, ed 68 em 07 de Junho de 2009. Versão em PDF
Esqueleto de Pano
Julliane Brita e Oniodi Gregolin
CASCAVEL | PR
VENDE-SE POSTURA!
Aqueles corpos que pairam dentro delas nada mais levam do que as matizes que elas transcendem. Penduradas em um varal, podem ser apenas tecidos, coloridos ou não, a balançar no mesmo ritmo que o vento. Caso se desprendam da humilde corda que as suporta, voam ou caem. E antes mesmo de estarem ali penduradas já faziam turbilhão na máquina que as lavava. Correnteza. Marola. No ar, são bandeiras. Aquelas que trazem traços mais simples passam despercebidas pelo vento. Aquelas que de tamanho já dizem aqui estou, melhoram ainda mais a presença quando trazem estampa ou cor. E de cor variam pouco, pois a combinação de tons pode até fi ndar, mas de estampas não se limitam a nada, com elas não há determinante que possa dar um limiar. E se provocam sentidos, e se criam situações, assim vai de cada vestido, pois elas sozinhas não são.
Há quem pense ainda que roupa é coisa simples e enfim. Mas se engana pensar, roupa não serve apenas para cobrir a nudez. E nem sempre os cabides à venda mostram o que se procura de fato. É necessário rodar ruas para encontrar o que lhe cabe ao tato. Se vestiu bem, já é um ponto positivo; o próximo passo é aquele olhar que diz certamente se será altivo. Quando nada pode trazer essa congruência, não há saída, deve-se apenas buscar algo que lhe caiba a decência.
Roupa não é só vestimenta, é estilo, caráter. Vendem-se camisetas, calças, blusas; vende-se postura. Não digo que quem veste minissaia transfere seu caráter, mas cada qual tem tipo para o que usa. Nos recônditos caminhos deste Oeste intransferível, há quem pense desse modo. Roupa não é apenas vestimenta. Em busca destes notáveis, o designer Rafael Spoladore saltou à lembrança. Pensando roupa como uma manifestação das ideias de quem as usa, o designer produz em parceria com outros colegas camisetas tão insignes quanto a iniciativa. “Uma camiseta não é apenas uma peça de roupa, é uma postura. E qual é a postura de alguém vestindo a Evil Mouth num almoço de família? Na igreja?”. As camisetas levam consigo uma marca que só pode ser vestida se houver afi nidade. Afinidades que transmitem o que realmente se pensa. Spoladore não vende apenas uma camiseta, vende uma identidade. Subimos ao oitavo andar do prédio em que reside. Da sala ao pequeno escritório/quarto, conhecemos um pouco da história da Crânio. Não é um ateliê de costura.
Na virtualidade do ensejo
Ele sempre fez camiseta. Isto é, desde antes dos cinco anos de existência da Crânio, ele já fazia camiseta e tudo que isso possa significar. Desde dezembro do ano passado, entretanto, é que o negócio ficou sério, que ele abriu empresa e que resolveu fazer isso para viver, sustentar vícios e virtudes, como todo santo brasileiro. A ideia original não era fazer camiseta por ser algo de vestir, mas viver de desenho, porque, segundo ele, desenhista passa fome. Viver dos desenhos impressos nas camisetas que viram suporte, moeda de troca e meio de subsistência.
Com Spoladore, estão o multimídia Sassá, ilustrador, cartunista e integrante da banda Trilöbit; os designers gráficos Gregório Romero, Diogo e Nando, do Estúdio Deveras; e Bernardo Faria, da BRtipo Design. Essa equipe, que por vezes conta com alguns adendos (na verdade, 12 pessoas, entre colaboradores e investidores, estão no grupo), é a responsável tanto pela feitura das ilustrações quanto pela escolha de quais estamparão as camisetas da marca. Um em cada ponto – dentre os lugares, Cascavel, Londrina, São Paulo… – é responsável por um pedaço da marca, que se faz presença corpórea na virtualidade da rede. “Há várias marcas vendendo camiseta na Internet. Tem a Camiseteria (camiseteria.com), que tem uma linha mais leve, um público de adolescente até uns 24 anos, mais ou menos, e havia o espaço para uma linha assim, com um público-alvo com mais de 25, e nós pegamos esse nicho… mas nada como a T-shirt Hell (tshirthell.com)”. A “linha assim” a qual se refere Spoladore envolve caveiras – o nome da marca não é à toa – e uma boa pitada de sarcasmo; nada tão leve como as ilustrações socialmente responsáveis da Camiseteria nem tão pesado quanto a amoralidade descarada da T-shirt Hell.
Apesar de a rede ser a sede da Crânio e de boa parte dela estar espalhada pelo apartamento de Spoladore, tudo é terceirizado: na Mega Hammer, é feita a serigrafia; a malha das peças vem de Santa Catarina; os compradores estão em várias cidades do Paraná, nos estados do Mato Grosso, São Paulo, Santa Catariana; os ilustradores podem ser de qualquer canto do globo. Até mesmo midiaticamente, a Crânio é disseminada. O ALT, inclusive, não é a primeira publicação a mencionar a marca assentada em Cascavel. A edição 291, ano 28, número 6, de junho de 2009, da revista nacional VIP, trouxe na seção “As melhores camisetas do mundo” a foto da peça chamada Evil Mouth (em tradução livre, “boca maldita”), enviada pelo publicitário de Toledo Rodrigo Gonzatto.
A menção na revista de circulação nacional rendeu três vendas diretas para estados diferentes, mas, talvez, possa mesmo é animar os lojistas cascavelenses. “Pra vender aqui em Cascavel, tem que ser marca de São Paulo. A primeira coisa que eles perguntam aqui é ‘de que marca é?’; quando escutam o nome, dizem que nunca ouviram falar. Não importa se o produto é de qualidade, eles querem um nome”. Por essa razão, Spoladore visa o mercado fora daqui (há contatos com a Galeria do Rock, em São Paulo, há vendas em uma loja de Florianópolis e um investidor da Inglaterra com interesse na exportação para a Europa) e as vendas, via web, visam o consumidor final. Não por birra, mas algumas experiências já foram frustradas. “Teve gente que deixou duas semanas as camisetas pra vender e pediu pra eu ir buscar que não tinha vendido nada. Outro fato curioso é que tive dois fornecedores, uma facção e uma estamparia, que não quiseram mais trabalhar para a Crânio, pois os desenhos seriam muito ‘demoníacos’. Os dois eram da mesma igreja”.
Para divulgar os produtos únicos – os desenhos são feitos especialmente para as camisetas –, a Crânio aposta no boca a boca (que é mais virtual do que ao vivo, como o restante da produção). O movimento sutil na rede, com investidas no microblogue Twitter e no blog da marca (craniocamisetas.com), que em 30 dias estará finalizado em um modelo mais completo, são as únicas ferramentas do momento. “Para trabalhar com o Twitter, você tem que gastar tempo com ele. A gente tá pensando em fazer alguma ação, só que ainda não achamos uma razão, é tudo muito vago”. O e-commerce é o foco do momento, mas o cronograma de ações ainda prevê a loja da fábrica, é claro. “Assim que eu puder alugar uma salinha, eu vou montar meu escritório, trazer alguém pra cuidar do marketing e dessa parte do comércio virtual”.
Enquanto isso não acontece, a dedicação é total. “Eu me dedico a isso o tempo todo, é integral mesmo. Às vezes eu acordo de madrugada com uma ideia e vou desenhar, escrever, pesquisar…”. Algumas das ilustrações são de Spoladore, algumas são encomendadas (como a da Amy Winehouse, de Sassá, que ilustra a capa do ALT e logo estará à venda), outras vêm pela vontade do ilustrador, que também escolhe a cor da camiseta. No momento, faltam aquelas de que os roqueiros de plantão mais gostam, as pretas. “Eu tentei fugir um pouco do preto, usar mais as cores. Aí, fugi tanto que acabei me esquecendo dele. Mas vamos fazer uma linha monocromática, que deve sair logo”. Outros testes também estão sendo feitos, com o uso de pó fosforescente, por exemplo; a serigrafia oferece possibilidades. “O lance da serigrafia é bacana porque a qualidade é maior do que a da estampa; dura muito mais, não racha…”. Aos ilustradores que ficaram interessados em ter o desenho estampando o peito de alguém de atitude, a Crânio aceita fazer a avaliação; afinal, o negócio é dar visibilidade a desenhistas e à arte a que se propõem.
“Sabe de uma coisa, o porquê da Crânio? É porque a gente gosta de desenhar caveira mesmo. É um trabalho em que a gente se diverte. Isso vem muito do rock também. A galera que compra Crânio cresceu ouvindo rock dos anos 80, é advogado, arquiteto, que usa terno a semana inteira e, no fim de semana, num churrasco com os amigos, gosta de usar uma camiseta bacana, passar uma mensagem. Até agora só coloquei dinheiro, mas é muito bom trabalhar com desenho, e ver que uma empresa pode funcionar com um em cada lugar… Ainda não tenho retorno, mas vou ter, eu acredito, a gente tem que acreditar. Tá bravo, mas tá muito legal. O que a gente quer é transformar camiseta em arte”.
Links relacionados:
Laboratório de Camisetas
07/07/09
Taí mais um desbravador!
Conhecemos o Renato Coelho através de um site da gringa, desses concursos de camisetas. Ele é o responsável pelo Laboratório de Camisetas, uma corajosa iniciativa de criar, produzir e vender camisetas pela internet. A Crânio é partidária dessa insanidade, pois acredita que é possível transformar desenhos em produtos, e viver disso no Brasil. Salve Renato, salve Laboratório de Camisetas.
“Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”


Links relacionados:
Tributo ao moon walker
26/06/09
A Crânio é muito bem relacionada com algumas entidades importantes na colheita celestial, então já tinhamos a informação privilegiada de que o bicho papão moon walker seria ceifado do nosso espectro.
Como última homenagem da Crânio, a camiseta Michael Jackskull sai em edição limitada a 50 unidades e o prazo de entrega é de 10 dias. Mais uma obra do maluco de oito braços, Sassá.
Compre já antes que a camiseta mude de cor!

Links relacionados:
Camiseta Crânio na revista VIP
28/05/09
A Crânio Inaugura a coluna AS MELHORES CAMISETAS DO MUNDO na revista VIP de Junho de 2009, com a camiseta Evil Mouth, desenhada pelo artista de 8 braços, Sassá!
Links relacionados:
Wolverine ganha CD do Wolverine brasileiro
12/05/09
CQC presenteia Wolverine com cd do Nasi.
Links relacionados:
X-Men Origins: Wolverine
16/03/09
Dia 1˚ de Maio chega às telonas o primeiro filme do baixinho nervoso em carreira solo.

Wolverine é um dos melhores personagens da Marvel porquê não solta raio pelos olhos, não lê mentes de ninguém, nem suga poder alheio ou outra viadagem piro-mirabolante-carnavalesca tão comum nos Xis mén. O que fascina neste (anti?) herói é o fato dele ser um homem comum… ou quase! Tá, tá, ele tem lá o seu fator de cura, que o impede de ficar bêbado, doente e de se machucar pra valer. Também possui um esqueleto revestido pelo tal adamantium, o suposto metal mais forte do mundo. Porém na hora da porrada ele solta 3 garras em cada mão e parte pro abraço sem medo e sem noção.
Em sua primeira aparição nos quadrinhos, enfrentou nada menos que Hulk, aquele que esmaga! O nanico é fodão!
Em constante luta psicológica, vive a repreender seu “animal” interior, e quando descontrolado, tudo ao seu redor fica em fatias - alegoria aos nossos esquecidos instintos animais que deram lugar ao consciente civilizado do homem.
A Crânio se identifica com esse herói, mas prefere criar o bicho solto. Com as garras sempre a mostra, aqui o animal é quem domina.
“Snikt”
Links relacionados:
Bad to The Bone
13/01/09

![Camiseta Amy Winehouse masculina [Crânio Store]](http://craniostor.lojablindada.com/media/images/amymasculina.jpg)
![Camiseta Amy Winehouse feminina [Crânio Store]](http://craniostor.lojablindada.com/media/images/amy02.jpg)



Loja Crânio